sábado, abril 29, 2006

Várias coisas em um único post

Completamente destruída. Cansada pra caramba. Doida para dormir.

Mas feliz. Muito feliz. E percebi que, realmente, valeu a pena.

Comecei a faculdade na semana passada. Aquele campus do Gragoatá é lindo demais! Amei as pessoas que conheci, no caso, minha turma. E tenho aula com, pelo menos, três bons professores.

Vi "Crash - No Limite" na última quarta feira. Excelente filme! Oscar merecido! E eu chorei no fim do filme.

Credo! Estou sem criatividade para escrever aqui. E olha que tenho muita coisa para falar.

No mais....eeeeeh....né?*

*Em homenagem a Carmem Felgueira, professora de Sociologia I.

domingo, abril 09, 2006

Nerdice da hora

Olha só o resultado do teste que fiz:



Ele não é o máximo?


Em tempo: agora sei como se sente um ator quando o diretor repete a mesma cena zilhões de vezes; cansado.
E hoje é o último ensaio. A encenação da Via Sacra tem que sair PERFEITA igual ao ano passado.

Em tempo II, a missão: a calourda que estudará comigo na UFF é demais!

quinta-feira, abril 06, 2006

E os aplausos vão para...

...o Rio de Janeiro, apesar dos problemas.

...o cara que inventou o sorvete de pistache.

...Giovanni Boccaccio, por escrever um livro excelente, o Decamerão.

...o primeiro sujeito que colocou num liquidificador e bateu mate, um pouco de suco de limão, açúcar e gelo; fazendo uma bebida refrescante e deliciosa!

...minha mãe, por saber cozinhar muito bem.

...a Ariana, minha vizinha, por ser mamãe pela primeira vez.

...as pessoas que sabem cantar, tocar algum instrumento musical, escrever poesia e desenhar bem.

...todos os bons sentimentos do mundo.

...a felicidade que toma conta da gente quando estamos apaixonados.

...as pessoas que lutam por um mundo melhor.

sábado, março 25, 2006

Compreendendo...

Mais do Mesmo
(Legião Urbana)

Ei, menino branco, o que é que você faz aqui?
Subindo morro pra tentar se divertir
Mas já disse que não tem
E você ainda quer mais
Por que você não me deixa em paz?
Desses vinte anos nenhum foi feito pra mim
E agora você quer que eu fique assim igual a você
É mesmo, como vou crescer se nada cresce por aqui
Quem vai tomar conta dos doentes?
E quando tem chacina de adolescentes
Como é que você se sente?
Em vez de luz, tem tiroteio no fim do túnel
Sempre mais do mesmo
Não era isso que você queria ouvir?
Bondade sua me explicar com tanta determinação
Exatamente o que eu sinto, como penso e como sou
Eu realmente não sabia que eu pensava assim
E agora você quer um retrato do país
Mas queimaram o filme
E enquanto isso, na enfermaria
Todos os doentes estão cantando sucessos populares
(e todos os índios foram mortos)


Nossa, faz um mês e pouquinho que não escrevo aqui! Escreveria um post meio idiota, mas certas circunstâncias mudaram o rumo dos fatos.

Existem coisas as quais compreendemos um certo tempo depois. Dez anos, para ser precisa. A música acima pertence a um disco adquirido há dez anos atrás. Não gostava desta música, achava-a caída e que encerrava um disco legal com "chave de lata".

Tempo vai, tempo vem e finalmente consigo compreender o texto. Fala sobre um problema atualíssimo: a molecada que, sem perspectiva de vida melhor, passa a praticar crimes.

Pensei na vida dessa garotada ao assistir o documentário "Falcão - Filhos do Tráfico" e após uma boa conversa com a Cassi e o "Tio" Douglas. (o assunto da conversa foi mais pessoal, não cabe uma discussão aqui, mas tem a ver com o que pretendo tratar).

Falta total das instituições (família, escola e Estado) dá nisso. O garoto perde toda referência do que é ter uma vida digna, vê gente ganhando dinheiro com coisas ilegais e decide: vou virar bandido, assim posso dar uma casa descente para a minha família.

A solução é tão simples - basta dar ao povo muito mais condições dignas de sobrevivência - que o governo não faz. É mais fácil deixar o povo na ignorância do que dar um mínimo de sobrevivência decente. Ora, assim é mais fácil para eles virarem massa de manobra.

Falando de coisas alegres: sobrevivi ao show dos Rolling Stones e conto os dias para o início das aulas na UFF.

quinta-feira, fevereiro 23, 2006

Boas Notícias

Devia escrever isto aqui há mais tempo, mas devido a alguns acontecimentos só pude escrever agora. A notícia é velha; não importa, darei do mesmo jeito: PASSEI NO VESTIBULAR!

Sim, eu passei. Faculdade de História, o povo daqui de casa ficou muito feliz. Duplamente feliz, pois minha irmã fará Letras na UFRJ. Até agora, a ficha não caiu. Só tomarei consciência de que estou na UFF quando fizer a inscrição de matérias.

A propósito, eu passara para o 2 º semestre, só que consegui o remanejamento para o 1º. Fato que me deixou mais feliz ainda!

Começo no dia 17 de abril, um dia depois da Páscoa. No dia 05 do mesmo mês é a inscrição de disciplinas. O pessoal está combinando sentar num barzinho para beber e se conhecer melhor.

Creio que este ano será atribuladíssimo. Espero ter consciência e responsabilidade para conciliar tudo o qual farei em 2006.

PS: Nem todos ficaram muito felizes... Se dependesse do meu pai, eu ainda estaria na Faculdade de Engenharia.

sábado, janeiro 28, 2006

Notícias, notícias!!

Semana movimentadíssima! Pretendia escrever um post sobre o tempo, lembranças e outras coisas mais (mamãe arrumou umas gavetas aqui em casa, vi umas coisas pré-históricas!!); porém fica para uma outra vez.

1- Achei meu livrinho!!!! Explico: no retiro da Crisma, recebi um pacote com coisas muito importantes para mim. Porém, um livrinho que ganhei quando fui a primeira aluda do C.A. a completar a cartilha (com direito a dedicatória da coordenadora e tudo) não estava lá. Cogitamos possibilidade de perda, quase culpei a coordenação pelo ocorrido e já dava o livro como perdido. Porém, na última terça-feira - aniversário da mamãe- vasculhei algumas gavetas atrás de receitas de bolo. E achei o livro num envelope.

Hunf! Depois a distraída sou eu!



2- Terminei "1984". Caramba, o livro é impressionante!! Um dos melhores que já li. A parte que o Winston Smith está no "Ministério do Amor" é impressionante. Agora tenho pavor de regimes totalitárioa, seja qual for a orientação política. O O'Brien me lembrou muito o Joseph Goëbeels (ministro da propaganda da Alemanha Nazista), por acreditarem demais no que fazim. Daí, entende-se muito melhor os motivos do suicídio do segundo; para ele, seria impossível viver num mundo sem o Nazismo. Fiquei impressionada com o final, onde o sistema vence sobre o indivíduo, o coletivo é mais importante que o individual.

Gostei tanto do livro, que fiz banner e avatar em homenagem a ele. Olha como ficou:



Feito no Paint Brush, porque não sei mexer e nem tenho Photoshop.

3- Minha irmã passou no vestibular!! Fiquei feliz pra cararamba, ela fará um curso que desejou! Rolou até água com açúcar, tamanha a choradeira dela com o resultado. Quanto a mim, não entrei para a UERJ e espero nervosamente pelo resultado da UFF no dia 3 de fevereiro.

4- Rubem Fonseca e Stephen King deveriam ser punidos por escreverem livros tão legais, que os lemos em menos de dois dias. Do primeiro, li "A Confraria dos Espadas" e gostei. Do segundo, li "Eclipse Total". É um livro legal, porém gostei mais de "O Iluminado".

5- O temporal levou por água abaixo minhas pretensões de ir à praia mais tarde. Praias impróprias para o banho devido ao esgoto. Principalmente Ipanema, para onde eu iria. O jeito será alugar uns DVDs para passar o tempo...

sábado, janeiro 21, 2006

Sobre 1984

E o ser verborrágico continua a deitar falação!

Sério. Este é o quarto post neste mês. Um recorde. Ainda mais vindo de mim, uma pessoa com grande tendência de largar pelo meio as coisas que faz. Este blog é a maior prova de que é possível dar prosseguimento às coisas. Cá entre nós, isto me deixa muito feliz.

Porém, não vi aqui falar sobre este assunto. Estou lendo “1984”, do George Orwell e resolvi deixar aqui minhas primeiras impressões sobre o livro. Ele é o mesmo autor de “A Revolução dos Bichos”, uma perfeita alegoria sobre o comunismo na Rússia; a fase Stalin, para deixar bem claro.

A história dá medo. Imagine um mundo onde tudo o que você faz é controlado por um aparelho chamado teletela. Onde pensar, demonstrar sentimentos e até se apaixonar é ilegal. Onde o café é horrível e o chocolate tem gosto ruim. Onde a burocracia impera e a linguagem é modificada com a finalidade da extinção do pensamento. Onde o passado é modificado o tempo inteiro. E onde o pior não é morrer e sim ter as provas de sua existência apagadas.

Este é o mundo de “1984”. Um mundo dominado por um ditador, o “Grande Irmão”, tido como o responsável por toda paz e fartura existentes. Na realidade, não existem. O que se vê é uma cidade (a propósito, Londres) suja, caindo aos pedaços e miserável. Pessoas alienadas, sem possibilidades de pensar e completamente controladas pelo regime. E alguém começa a contestar, mesmo que dentro da própria cabeça, o governo.

Não sei que males ainda trarão para história a atitude do personagem principal. Ainda estou no meio do livro e estou gostando. Quando terminar, falo mais.



PS: Este é o primeiro texto digitado no Word. Senti uma falta danada deste progaminha!

PPS: Sol faz bem à saúde. Principalmente a mental. Sinto-me feliz hoje.

quarta-feira, janeiro 18, 2006

Resultados e filmes

...E direto de uma lan house cheia de playboys e pirralhos, aqui fala ela!!!...

Essa história de economizar na conta de telefone (maldita Telemar!!!) fez-me passar uma horinha numa lan. Mas vamos ao que interessa.

As notas do vestibular já saíram. Fui razoavelmente bem na UERJ; na UFF fui melhor. Grandes chances de passar o ano entre Niterói e o Rio. O resultado final da UERJ sai no dia 31 e o da UFF no dia 3 de fevereiro.

Semanas atrás, vi "A Queda". Sim, aquele filme que fala sobre a queda do nazismo e os últimos dias de Adolf Hitler. Por sinal, um filme excelente. Dá para perceber bem como alguns membros do Partido Nazista estavam cegos frente a queda do III Reich (como o próprio Hitler e o Goëbeels) e alguns que já sabiam que a vaca ia para o brejo. É triste ver a cena onde a Magda Goëbeels mata os filhos por acreditar que "não imaginaria os filhos vivendo num mundo sem o nazismo". No mais, o Bruno Ganz (o ator que faz o Hitler) está perfeito. Parece que o ditador saltou de um livro de História.

Agora quero ler o livro do Joachin Fest, o qual deu embasamento teórico para o livro.


PS: Falatório de "prei" em lan house é uma bosta!!!!

quinta-feira, janeiro 05, 2006

E não é que é verdade?

Achei este teste numa comunidade sobre "Los Hermanos" e fiz. Olha só o resultado:





Que música do los hermanos é você?
Trazido a você por Soul Fire




É exatamente o que estou vivendo!

quarta-feira, janeiro 04, 2006

Idade X Maturidade

Refleti hoje sobre minha idade mental. Ok, tenho 23 anos (completos no último dia 17), porém penso e talvez ajo como uma mocinha de 16,17 anos. Fato comprovado quando convivo com pessoas mais novas ou de mesma idade e pessoas mais velhas do que eu. Creio que o jeito de pensar reflete-se na aparência física. Fisionomicamente (eita!) pareço ter mesmo uns 16,17 anos. Ao saberem minha verdadeira idade, alguns até se espantam. Como minha prima Isabella, que chegou a duvidar de meus 23 aninhos.

Tenho um palpite para a diferença entre a idade e a mentalidade: ainda não passei por certas situações as quais acontecem com os adolescentes. Namorar, por exemplo. O amor amadurece as pessoas. Pessoas apaixonadas não tomam atitudes idiotas e infantis, elas são ridículas.

Deveria começar a amadurecer há mais tempo. Uns 9 anos atrás, para ser exata. A "hora" chegara e eu disse não. Chance só tem uma; quando ela aparece, a gente agarra e não solta. Resultado: agi comomu adolescente bobinha durante os 4 anos do 2º grau. E durante parte do tempo na faculdade também. E continuo agindo como uma adolescente bobinha, mas nem tanto assim.

Mocinhas imaturas sempre fazem escolhas erradas. Vide quando resolvi fazer Engenharia em vez de tentar História. Pago até hoje pela burrada feita. mais é assim mesmo. Repensar atitudes idiotas e eescolhas erradas nos dá um pouco mais de maturidade, assim eu penso.

Mereço levar umas boas sacudidas da vida, daquelas "Vê se cresce, menina!". Quem sabe minha cabecinha de vento não muda um pouquinho?