Incrível como eu continuo com a velha mania de estimar os meus defeitos. E de achar que todo mundo é falso comigo, que todos fingem que me adoram, que as pessoas simplesmente me aturam. E de me achar, chata, insuportável, fingida, pessoa pré-fabricada, sonsa, dissimulada, covarde e por aí vai.
Sério, um dos meus sonhos era ser telepata. Por quê? Oras, porque eu adoraria saber o que os outros pensam de mim. Sempre acho que os outros mentem ao meu respeito, quando falam de mim. Ou sempre escondem alguma coisa de mim. Ou esquecem de citar os detalhes sórdidos, os defeitos da estátua grega. Ou ainda: será que sou eu que não dou liberdade suficiente para os outros se abrirem comigo? Ou eles não confiam em mim? Ou sou eu que não confio em mim mesma? Ou o problema sou eu e não os outros?
Cada dia que passa, percebo que sei mais dos meus defeitos do que das minhas qualidades.
sábado, outubro 01, 2005
sábado, setembro 24, 2005
E não é que dá certo?
Vinte e Nove
(Legião Urbana)
Perdi vinte em vinte nove amizades
Por conta de uma pedra em minhas mãos
Me embriaguei morrendo vinte e nove vezes
Estou aprendendo a viver sem você.
(Já que você não me quer mais.)
Passei vinte e nove meses num navio
E vinte e nove dias na prisão
E aos vinte e nove, com o retorno de Saturno
Decidi começar a viver.
Quando você deixou de me amar
Aprendi a perdoar
E a pedir perdão.
(E vinte e nove anjos me saudaram
E tive vinte e nove amigos outra vez.)
Ao ouvir a música acima na terça-feira desta semana, lembrei de tudo que aconteceu comigo no fim de semana passado. Para ilustrar melhor o que senti, deveria colocar aqui a letra de "Só Por Hoje". Ou talvez trechos de "A Fonte". Ou ainda, a última estrofe de "Perfeição". Todas as músicas citadas são do mesmo disco, "O Descobriemto do Brasil". Contudo, não estou aqui para falar de música, mas do que senti.
Mas explicar uma sensação ou algo muito forte que acontece com a gente, é difícil. Coisa muito complicada de se fazer. Foi algo tão maravilhoso e poderoso, que sinto-me bem e feliz até agora. Encarei meus problemas e fantasmas de frente e não tive medo deles. Muito pelo contrário, descobri e percebi que eles me ajudam a crescer.
Agora, o importante é cumprir (ou pelo menos tentar...) as promessas que fiz. Conseguindo (e eu conseguirei), me sentirei feliz. Muito mais feliz do que no domingo passado, quando voltei para casa renovada.
Não importa como seja, um retiro sempre faz bem à alma do ser humano.
(Legião Urbana)
Perdi vinte em vinte nove amizades
Por conta de uma pedra em minhas mãos
Me embriaguei morrendo vinte e nove vezes
Estou aprendendo a viver sem você.
(Já que você não me quer mais.)
Passei vinte e nove meses num navio
E vinte e nove dias na prisão
E aos vinte e nove, com o retorno de Saturno
Decidi começar a viver.
Quando você deixou de me amar
Aprendi a perdoar
E a pedir perdão.
(E vinte e nove anjos me saudaram
E tive vinte e nove amigos outra vez.)
Ao ouvir a música acima na terça-feira desta semana, lembrei de tudo que aconteceu comigo no fim de semana passado. Para ilustrar melhor o que senti, deveria colocar aqui a letra de "Só Por Hoje". Ou talvez trechos de "A Fonte". Ou ainda, a última estrofe de "Perfeição". Todas as músicas citadas são do mesmo disco, "O Descobriemto do Brasil". Contudo, não estou aqui para falar de música, mas do que senti.
Mas explicar uma sensação ou algo muito forte que acontece com a gente, é difícil. Coisa muito complicada de se fazer. Foi algo tão maravilhoso e poderoso, que sinto-me bem e feliz até agora. Encarei meus problemas e fantasmas de frente e não tive medo deles. Muito pelo contrário, descobri e percebi que eles me ajudam a crescer.
Agora, o importante é cumprir (ou pelo menos tentar...) as promessas que fiz. Conseguindo (e eu conseguirei), me sentirei feliz. Muito mais feliz do que no domingo passado, quando voltei para casa renovada.
Não importa como seja, um retiro sempre faz bem à alma do ser humano.
segunda-feira, setembro 12, 2005
Dez coisas...
...para se fazer durante um fim de semana chuvoso.
1. Dormir muito;
2.Alugar um monte de filmes e chamar a galera para vê-los;
3.Jogar baralho;
4.Ler um livro;
5.Navegar na internet;
6.Ouvir música;
7.Ficar com o namorado embaixo das cobertas;
8.Jogar video-game;
9.Fazer um tratamento de beleza em casa;
10.Comer brigadeiro, biscoito e outras gulosimas em frente à TV.
Para universitários atarefados, aqui vai mais uma dica: aproveitem o feriado para estudar!!!
1. Dormir muito;
2.Alugar um monte de filmes e chamar a galera para vê-los;
3.Jogar baralho;
4.Ler um livro;
5.Navegar na internet;
6.Ouvir música;
7.Ficar com o namorado embaixo das cobertas;
8.Jogar video-game;
9.Fazer um tratamento de beleza em casa;
10.Comer brigadeiro, biscoito e outras gulosimas em frente à TV.
Para universitários atarefados, aqui vai mais uma dica: aproveitem o feriado para estudar!!!
sexta-feira, setembro 09, 2005
Porque não há nada pior do que...
...chuva. Chuva no feriado. Você faz mil planos, pensa em fazer um monte de coisas. Porém, na hora h, aquelas nuvens cinzentas mandam tudo para o espaço.
Decidi escrever isto porque, naquele exato momento, eu estaria arrumada para ir à praia. Domingo passado, fez sol. Ora, o tempo também estará ensolarado na quarta-feira. Quarta é feriado. Então, a galera combinou uma ida à praia. Só que na quarta, bem, a metereologia não ajudou. E ali estava eu, sentada em frente ao computador e a olhar um céu chuvoso e completamente cinzento.
Lembrei agora de outras ocasiões, onde a chuva detonou ou atrapalhou os meus planos para um feriadão ou um fim de semana. Listarei-as aqui e agora!
1. Feriadão de Tiradentes em Maricá
Eu devia ter uns 9 anos quando aconteceu isso. Toda feliz eu estava, ia finalmente sair do Rio em um feriado. Mamãe colocou biquinis, bermudas, camisetas dentro da mala. Mas choveu. E pior: fez frio. Mais pior ainda: durante todos os dias, o tempo fechou. Passei um fim de semana prolongado INTEIRO sem sair de onde estava. Daí em diante, tomei verdadeiro horror a chuva em feriados nos quais eu resolvo fazer algo interessante.
2. No Sambódromo
Confissão: já assisti ao Desfile das Campeãs três vezes. Nas três, choveram. Na primeira, caiu uma pancadinha rápida, aquela só para refrescar, pois o dia estava muito quente. Na segunda...caiu um dilúvio! Antes do desfile, o tempo estava nublado. "Não vamos comprar capas de chuva, não choverá mesmo!" Ledo engano. Choveu durante TODO o desfile, sendo que tinhamos levado só um ÚNICO guarda-chuva para as três (minha mãe, minha irmã e eu). Chegamos totalmente encharcadas em casa e lembro que o meu tênis levou uns dois dias para secar. Na terceira ocorreu uma tempestade antes do desfile e durante ele, o céu limpou. Mas, desta vez, estávamos previnidas com... capas de chuva! Sim, capas de chuva deveriam e devem fazer parte de quaisquer "kit básico para eventos ao ar livre". Junto com a canga, chapéu para o sol e o Club Social.
3. Piquenique da Toca-RJ
Em 2002, a diretoria da Toca-RJ (para quem não sabe do que falo, clique aqui) resolveu organizar um piquenique na Floresta da Tijuca com os pais da galera. Um dia antes, o tempo estava maravilhoso! Chuva? Só nos pensamentos nefastos de algum ser muito mau. Porém, às quatro da manhã do sábado do piquenique... Já sabem, né? Planos cancelados e um monte de gente frustrada. Principalmente eu, que NUNCA fiz um piquenique na Floresta da Tijuca.
4. Visita técnica no Espírito Santo
O hotel era pertinho da praia. O hotel tinha piscina. Todo mundo estava empolgado. E o tempo esfriou... Azar? Ainda ten mais! Para piorar, o "cara amarela" aparece no último dia, quando o ônibus do CEFET voltava para o Rio de Janeiro.
5. Chuva na virada do ano
Das três vezes nas quais fui para Copacabana ver os fogos, em duas, choveram. Chove antes de meia noite, chove depois de meia noite. Mas, graças à Deus, nunca chove durante a queima de fogos. E o povo agradece.
Isso tudo me fez lembrar de um monte de coisas que se podem fazer durante um fim de semana ou feriado chuvoso. Contudo, a lista completa fica para a próxima.
Decidi escrever isto porque, naquele exato momento, eu estaria arrumada para ir à praia. Domingo passado, fez sol. Ora, o tempo também estará ensolarado na quarta-feira. Quarta é feriado. Então, a galera combinou uma ida à praia. Só que na quarta, bem, a metereologia não ajudou. E ali estava eu, sentada em frente ao computador e a olhar um céu chuvoso e completamente cinzento.
Lembrei agora de outras ocasiões, onde a chuva detonou ou atrapalhou os meus planos para um feriadão ou um fim de semana. Listarei-as aqui e agora!
1. Feriadão de Tiradentes em Maricá
Eu devia ter uns 9 anos quando aconteceu isso. Toda feliz eu estava, ia finalmente sair do Rio em um feriado. Mamãe colocou biquinis, bermudas, camisetas dentro da mala. Mas choveu. E pior: fez frio. Mais pior ainda: durante todos os dias, o tempo fechou. Passei um fim de semana prolongado INTEIRO sem sair de onde estava. Daí em diante, tomei verdadeiro horror a chuva em feriados nos quais eu resolvo fazer algo interessante.
2. No Sambódromo
Confissão: já assisti ao Desfile das Campeãs três vezes. Nas três, choveram. Na primeira, caiu uma pancadinha rápida, aquela só para refrescar, pois o dia estava muito quente. Na segunda...caiu um dilúvio! Antes do desfile, o tempo estava nublado. "Não vamos comprar capas de chuva, não choverá mesmo!" Ledo engano. Choveu durante TODO o desfile, sendo que tinhamos levado só um ÚNICO guarda-chuva para as três (minha mãe, minha irmã e eu). Chegamos totalmente encharcadas em casa e lembro que o meu tênis levou uns dois dias para secar. Na terceira ocorreu uma tempestade antes do desfile e durante ele, o céu limpou. Mas, desta vez, estávamos previnidas com... capas de chuva! Sim, capas de chuva deveriam e devem fazer parte de quaisquer "kit básico para eventos ao ar livre". Junto com a canga, chapéu para o sol e o Club Social.
3. Piquenique da Toca-RJ
Em 2002, a diretoria da Toca-RJ (para quem não sabe do que falo, clique aqui) resolveu organizar um piquenique na Floresta da Tijuca com os pais da galera. Um dia antes, o tempo estava maravilhoso! Chuva? Só nos pensamentos nefastos de algum ser muito mau. Porém, às quatro da manhã do sábado do piquenique... Já sabem, né? Planos cancelados e um monte de gente frustrada. Principalmente eu, que NUNCA fiz um piquenique na Floresta da Tijuca.
4. Visita técnica no Espírito Santo
O hotel era pertinho da praia. O hotel tinha piscina. Todo mundo estava empolgado. E o tempo esfriou... Azar? Ainda ten mais! Para piorar, o "cara amarela" aparece no último dia, quando o ônibus do CEFET voltava para o Rio de Janeiro.
5. Chuva na virada do ano
Das três vezes nas quais fui para Copacabana ver os fogos, em duas, choveram. Chove antes de meia noite, chove depois de meia noite. Mas, graças à Deus, nunca chove durante a queima de fogos. E o povo agradece.
Isso tudo me fez lembrar de um monte de coisas que se podem fazer durante um fim de semana ou feriado chuvoso. Contudo, a lista completa fica para a próxima.
segunda-feira, setembro 05, 2005
Um monte de coisas - Parte 2
Continuando o post da semana passada... Ainda tenho mais coisas para comentar aqui. Vamos à elas:
1. Semanas atrás, vi o que Chico Buarque quis exatamente dizer na letra de "Olhos nos Olhos". E fico mais feliz ainda que uma amiga "mandou passear no bosque" alguém que não tinha nada a ver com ela e que, no fim, a magoou. A guria está bem feliz e pessoas felizes me deixam muito feliz.
2. Ganhamos a gincana da Crisma! Todo aquele estresse valeu muito a pena.
Então: Bruno, Carol, Aninha, Val, Diana, Priscila, Cris, Livia, Allan, Rodrigo, Leonardo, Luciana, Paula, Kellen, Felipe, Gilson, Elisa, Aline, Taís, Alinne, Marcelle, Louise, Júnior, Renato, Marina, Anne, Michelle, Ricardo, Alê e o "maluco" do Dodito; muito obrigada por um dos fins de semana mais divertidos que já tive. Se esqueci de alguém, aceito puxões de orelha da próxima vez que me encontrarem. Agradeço também a todo os coordenadores e em especial a Natália, ao Adaílson e a Danielle, pelos conselhos. E também as outras duas equipes: Os Ervilhas e Os Indomáveis, vocês foram demais! Agora galera, é só esperar pelo retiro.
Obs.: Ô dia para ficar de castigo, hein Evelyn?
Detalhe: os meninos fantasiados de Village People estavam perfeitos!
3. Foi bom saber que uma amiga está bem! E espero que continue assim por muito, muito tempo.
4. Ainda sei mexer um pouquinho no Auto Cad.
5. Aquela tragédia no sul dos EUA me deixou passada. E a demora em se fazer alguma coisa, só demonstra a incapacidade do George W. Bush em comandar aquele país. Espero que eles consigam reerguer Nova Orleans.
6. Prometo escrever mais aqui. E prometo cumprir a promessa.
1. Semanas atrás, vi o que Chico Buarque quis exatamente dizer na letra de "Olhos nos Olhos". E fico mais feliz ainda que uma amiga "mandou passear no bosque" alguém que não tinha nada a ver com ela e que, no fim, a magoou. A guria está bem feliz e pessoas felizes me deixam muito feliz.
2. Ganhamos a gincana da Crisma! Todo aquele estresse valeu muito a pena.
Então: Bruno, Carol, Aninha, Val, Diana, Priscila, Cris, Livia, Allan, Rodrigo, Leonardo, Luciana, Paula, Kellen, Felipe, Gilson, Elisa, Aline, Taís, Alinne, Marcelle, Louise, Júnior, Renato, Marina, Anne, Michelle, Ricardo, Alê e o "maluco" do Dodito; muito obrigada por um dos fins de semana mais divertidos que já tive. Se esqueci de alguém, aceito puxões de orelha da próxima vez que me encontrarem. Agradeço também a todo os coordenadores e em especial a Natália, ao Adaílson e a Danielle, pelos conselhos. E também as outras duas equipes: Os Ervilhas e Os Indomáveis, vocês foram demais! Agora galera, é só esperar pelo retiro.
Obs.: Ô dia para ficar de castigo, hein Evelyn?
Detalhe: os meninos fantasiados de Village People estavam perfeitos!
3. Foi bom saber que uma amiga está bem! E espero que continue assim por muito, muito tempo.
4. Ainda sei mexer um pouquinho no Auto Cad.
5. Aquela tragédia no sul dos EUA me deixou passada. E a demora em se fazer alguma coisa, só demonstra a incapacidade do George W. Bush em comandar aquele país. Espero que eles consigam reerguer Nova Orleans.
6. Prometo escrever mais aqui. E prometo cumprir a promessa.
terça-feira, agosto 30, 2005
Um monte de coisas - Parte 1
Protelar nunca é uma coisa boa. Protelei escrever aqui durante uma semana e, no final, tenho um monte de assuntos para falar. Resolvi dividir este post em duas partes. A primeira está aí, senhores; a segunda, eu posto amanhã ou daqui a alguns dias.
1. Prometi falar sobre "As Cidades Invisíveis", do Ítalo Calvino. Pois digo: a história é maravilhosa e faz a gente sonhar. Imaginei-me em cada uma das cidades descritas. Calvino, no livro, não fala só dos aspectos físicos, as descrições de cada cidade. Ele também trata dos aspectos morais, sociais e das impressões que estas cidades causam nos viajantes.
Dado interessante: todas as cidades têm nomes femininos. Será que as mulheres são como as cidades do livro, inconstantes e cheias de surpresas? No futuro, espero fazer uma melhor análise do assunto.
Detalhe: surpreendente saber quem traduziu o livro: Diogo Mainardi, aquele mala-sem-alça que aponta todos os problemas do Brasil, mas nunca dá uma solução concreta para eles. Talvez seja a única coisa decente que ele fez na vida, pelo menos eu acho.
2. Farei aqui agradecimentos eternos à Thaís. Se não fosse ela, eu ainda estaria sem monitor e, conseqüentemente, sem escrever aqui e sem ter notícias do povo dos fóruns.
3. Mensalão e escândalos políticos: isto merece um post à parte, pois são muitas coisas para comentar.
4. Há grandes possibilidades de eu fazer a prova da UFF. Espero que, no ano que vem, eu esteja em alguma faculdade, cursando História. Contudo, meu sonho é passar quatro ou cinco anos indo para Niterói todos os dias.
5. Para os que sonham com fama e fortuna fáceis ou querem ter direito a uns 15 minutos de fama: em setembro começam as inscrições para o BBB 6. Confissão: eu já pensei em me inscrever para um Big Brother. Mas não vou. Existem outras coisas mais importantes na minha vida do que fama e dinheiro.
1. Prometi falar sobre "As Cidades Invisíveis", do Ítalo Calvino. Pois digo: a história é maravilhosa e faz a gente sonhar. Imaginei-me em cada uma das cidades descritas. Calvino, no livro, não fala só dos aspectos físicos, as descrições de cada cidade. Ele também trata dos aspectos morais, sociais e das impressões que estas cidades causam nos viajantes.
Dado interessante: todas as cidades têm nomes femininos. Será que as mulheres são como as cidades do livro, inconstantes e cheias de surpresas? No futuro, espero fazer uma melhor análise do assunto.
Detalhe: surpreendente saber quem traduziu o livro: Diogo Mainardi, aquele mala-sem-alça que aponta todos os problemas do Brasil, mas nunca dá uma solução concreta para eles. Talvez seja a única coisa decente que ele fez na vida, pelo menos eu acho.
2. Farei aqui agradecimentos eternos à Thaís. Se não fosse ela, eu ainda estaria sem monitor e, conseqüentemente, sem escrever aqui e sem ter notícias do povo dos fóruns.
3. Mensalão e escândalos políticos: isto merece um post à parte, pois são muitas coisas para comentar.
4. Há grandes possibilidades de eu fazer a prova da UFF. Espero que, no ano que vem, eu esteja em alguma faculdade, cursando História. Contudo, meu sonho é passar quatro ou cinco anos indo para Niterói todos os dias.
5. Para os que sonham com fama e fortuna fáceis ou querem ter direito a uns 15 minutos de fama: em setembro começam as inscrições para o BBB 6. Confissão: eu já pensei em me inscrever para um Big Brother. Mas não vou. Existem outras coisas mais importantes na minha vida do que fama e dinheiro.
terça-feira, agosto 09, 2005
Amor e poesia
Há uns meses atrás, eu escrevi essa poesia. Confesso que criei muita coragem para tornar público um sentimento que ainda está dentro de mim.
De uma certa forma, sinto que fazemos a mesma coisa.
Não usamos as mesmas roupas, mas sinto que eu sou você e você é eu.
Sentamos no mesmo lugar, mas em dimensões diferentes.
Talvez estejamos aspirando o mesmo ar sujo,
Ou desejando estar em algum lugar limpo e tranqüilo.
Eu vejo teu mundo através dos teus olhos
E você enxerga minha vida através dos meus.
Observamos as mesmas estrelas agora?
Ou olhamos para o mesmo futuro através de passados diferentes?
De uma certa forma, sinto que fazemos os mesmos movimentos.
Ou talvez seja uma alucinação dentro de nossas cabeças.
Pois é. Às vezes somos capazes de fazer coisas das quais sempre duvidamos. Escrevi esta poesia pensando em uma certa pessoa. Por causa dela, fui à UFRJ há uns meses atrás. Consegui vê-lo de longe e andar por onde ele anda todos os dias me deixou muito feliz.
Depois de ler o final do sexto livro do Harry Potter, entendi uma coisa: esperar não custa nada e nem dói tanto assim. Mas algo me diz que um dia ficaremos juntos.
Vá entender cabeça de mocinhas platônicamente apaixonadas...
De uma certa forma, sinto que fazemos a mesma coisa.
Não usamos as mesmas roupas, mas sinto que eu sou você e você é eu.
Sentamos no mesmo lugar, mas em dimensões diferentes.
Talvez estejamos aspirando o mesmo ar sujo,
Ou desejando estar em algum lugar limpo e tranqüilo.
Eu vejo teu mundo através dos teus olhos
E você enxerga minha vida através dos meus.
Observamos as mesmas estrelas agora?
Ou olhamos para o mesmo futuro através de passados diferentes?
De uma certa forma, sinto que fazemos os mesmos movimentos.
Ou talvez seja uma alucinação dentro de nossas cabeças.
Pois é. Às vezes somos capazes de fazer coisas das quais sempre duvidamos. Escrevi esta poesia pensando em uma certa pessoa. Por causa dela, fui à UFRJ há uns meses atrás. Consegui vê-lo de longe e andar por onde ele anda todos os dias me deixou muito feliz.
Depois de ler o final do sexto livro do Harry Potter, entendi uma coisa: esperar não custa nada e nem dói tanto assim. Mas algo me diz que um dia ficaremos juntos.
Vá entender cabeça de mocinhas platônicamente apaixonadas...
quarta-feira, junho 29, 2005
Sugestões de leitura
No intervalo dos estudos para mais um vestibular, sempre leio algum livro. Mania de leitura tenho desde criança, a coisa ficou séria depois dos 14 anos. Foi quando li Fernando Pessoa pela primeira vez. Reli no ano passado, achei maravilhoso, mais do que aos 14 anos. Era como se observasse um mesmo prisma, mas sob uma luz diferente. (Quero lembrar onde ouvi algo parecido, mas não lembro agora). Deixemos o Pessoa de lado, estou aqui para falar, ops, escrever sobre os dois últimos livros os quais li e um terceiro, o qual ainda leio.
Antes, uma nota triste: não deu para ler o "Vastas Emoções e Pensamentos Imperfeitos", do Rubem Fonseca. Acumulei leituras demais e este, infelizmente, risquei da lista.
O primeiro livro é "Lincha Tarado", do Dalton Trevisan. Conhecia-o através de um conto, chamado Quatro Bandidos. No início, achei o livro meio chato, repetitivo. Depois, percebi a grande sacada do autor; os contos interligam-se, mas de uma forma bem sutil. Saquei isso só no final do livro. Uma pena. Nos contos, o autor escancara, sem nenhuma vergonha, os pormenores da vida. Talvez este jeito de escancarar a vida foi a coisa da qual mais gostei no livro. Da próxima vez, relerei com mais atenção.
O outro livro é "O Livro da Selva", do Rudyard Kilping. Para quem não se lembra, é nele que está a história do Mogli. Sim, aquele mesmo do desenho da Disney. Antes de ler, pensava que o livro inteiro seria sobre ele. Na verdade, são só três contos sobre o Mogli. Os outros contam a história de uma simpática foquinha (A Foca Branca), de um mangusto que duela contra as cobras de um jardim (Rikki-tikki-tavi), da convivência de um menino com os elefantes (Toomai dos Elefantes) e dos animais que trabalham para o Exército Inglês na Índia (Servidores de Sua Majestade). Entre cada história estão canções relacionadas com cada uma delas. Algo bem diferente do que acontece nos livros de J.R.R.Tolkien (quem leu "O Hobbit sabe exatamente do que falo), onde as canções vêm no meio da história. Um trechinho delas inicia cada conto de "O Livro da Selva", como uma espécie de introdução.
Parecem ser histórias para crianças. E são para crianças. Contudo, o livro é capaz de fazer os adultos retornarem aos 10 anos de idade, quando tinham todo o tempo livre do mundo. Ao ler o livro, eu me senti assim. Sem contar o retorno da vontade de visitar a Índia. Para quem não sabe, grande parte das histórias se passa lá. Você até esquece dos esteriótipos dos indianos no livro (ele é da época do domínio britânico na Índia) quando mergulha na fantasia.
O terceiro livro é "As Cidades Invisíveis", do Ítalo Calvino. Falo mais sobre ele depois, quero curtir o gostinho de encantamento e do espanto que Kublai Khan sente quando ouve os relatos de seu embaixador Marco Polo...
Antes, uma nota triste: não deu para ler o "Vastas Emoções e Pensamentos Imperfeitos", do Rubem Fonseca. Acumulei leituras demais e este, infelizmente, risquei da lista.
O primeiro livro é "Lincha Tarado", do Dalton Trevisan. Conhecia-o através de um conto, chamado Quatro Bandidos. No início, achei o livro meio chato, repetitivo. Depois, percebi a grande sacada do autor; os contos interligam-se, mas de uma forma bem sutil. Saquei isso só no final do livro. Uma pena. Nos contos, o autor escancara, sem nenhuma vergonha, os pormenores da vida. Talvez este jeito de escancarar a vida foi a coisa da qual mais gostei no livro. Da próxima vez, relerei com mais atenção.
O outro livro é "O Livro da Selva", do Rudyard Kilping. Para quem não se lembra, é nele que está a história do Mogli. Sim, aquele mesmo do desenho da Disney. Antes de ler, pensava que o livro inteiro seria sobre ele. Na verdade, são só três contos sobre o Mogli. Os outros contam a história de uma simpática foquinha (A Foca Branca), de um mangusto que duela contra as cobras de um jardim (Rikki-tikki-tavi), da convivência de um menino com os elefantes (Toomai dos Elefantes) e dos animais que trabalham para o Exército Inglês na Índia (Servidores de Sua Majestade). Entre cada história estão canções relacionadas com cada uma delas. Algo bem diferente do que acontece nos livros de J.R.R.Tolkien (quem leu "O Hobbit sabe exatamente do que falo), onde as canções vêm no meio da história. Um trechinho delas inicia cada conto de "O Livro da Selva", como uma espécie de introdução.
Parecem ser histórias para crianças. E são para crianças. Contudo, o livro é capaz de fazer os adultos retornarem aos 10 anos de idade, quando tinham todo o tempo livre do mundo. Ao ler o livro, eu me senti assim. Sem contar o retorno da vontade de visitar a Índia. Para quem não sabe, grande parte das histórias se passa lá. Você até esquece dos esteriótipos dos indianos no livro (ele é da época do domínio britânico na Índia) quando mergulha na fantasia.
O terceiro livro é "As Cidades Invisíveis", do Ítalo Calvino. Falo mais sobre ele depois, quero curtir o gostinho de encantamento e do espanto que Kublai Khan sente quando ouve os relatos de seu embaixador Marco Polo...
sexta-feira, junho 17, 2005
Será o siso ou a idade?
Incrível. A gente só percebe que mudou quando tomamos algumas atitudes. Domingo passado, a equipe da gincana resolveu reunir-se. Chamadas de atenção aqui, outras broncas ali, até que eu resolvi falar. Falei sobre as pessoas não cumprirem as responsabilidades as quais assumem. Imagina só, logo eu, um dos seres mais irresponsáveis do planta, falando em responsabilidades? É, os tempos mudaram e eu também. Tomei noção das minhas obrigações, tento manter uma certa regularudade nos estudos e nas tarefas de casa. Meio difícil, mas vou levando. Contudo, é assim qu as grandes mudanças acontecem, a partir das pequenas. Quem sabe até o final do ano me tornarei uma pessoa mais séria?
sábado, maio 28, 2005
Eu voltei...voltei para ficar,..
Siim!!! Eu voltei e espero que seja para ficar!Depois de quatro memes e alguns dias, meu pai conseguiu tirar o meu monitor do coma. Ele está meio capenga, mas va lá, é melhor ter um monitor ruim do que não ter nenhum.
Notícias sobre mim querem vocês saber. Bem, vamos a elas!
Finalmente, depois de uns sete anos, entrei para a Crisma. Estou gostando, me faz um bem danado. Sou a segunda mais velha da minha turma; perco só para a Taís, que tem 25 anos. Semana que vem, temos reunião sábado à tarde, o "Crisma em Sua casa". Será na casa de uma das coordenadoras, a Dani. Também participarei da gincana da Crisma. Será em agosto, só que ainda não começamos algumas das tarefas. Pelo jeito, a equipe levará bronca amanhã, na reunião, por causa do atraso das tarefas. Em tempo: se alguém tiver algum vídeo com clips do Village People, fale comigo urgentemente! Em uma das tarefas, os meninos terão que dançar YMCA ou Macho Man. Não sei por que, mas algo me diz que serei eu a "coreógrafa" da equipe...
Voltei para o curso de Inglês. Estou no nível 3, fui bem na prova escrita e mais ou menos na prova oral. Minha turma é meio chatinha, mas vamos levando. Não deu para ir à aula hoje, talvez eu ligue para algum dos meus colegas para saber um pouco mais da aula de hoje.
Farei vestibular mais uma vez. Pois é, não passei para Comunicação Social, apesar de ter feito uma boa pontuação. Este ano farei prova para História, decidi que quero trabalhar na áera acadêmica e dar aulas. Imaginem só, Flávia Vianna professora! Quem sabe eu seja uma professora completamente maluquinha? E pela primeira vez, farei as provas da UERJ e da UFF. Espero que me saia bem nelas.
Ainda estou solteira. E completamente apaixonada pelo bonitão da Eng. Civil.
A gente só tem nocão que a vida passa e o tempo segue em frente, quando acontece alguma coisa. Hoje pela manhã, recebi uma notícia nada boa. Soube que a moça que, durante uns 8 anos, deu uma força para minha mãe lá na Vila da Penha, morreu ontem. Passei parte da manhã muito triste, poxa ela me viu crescer e eu gostava dela pra caramba. Não nos víamos há tempos, mas mamãe sempre dava um jeito de ligar para ela. No aniverário dela, no início do mês, ela já não estava muito bem. Rezei para ela melhorar, mas aconteceu o contrário. Sei lá, não quero mais falar sobre isso, me deixa triste demais. Só espero que, lá do outro lado< ela esteja bem e feliz. Pessoas legais merecem o cém e, com toda certeza, a Bené (era assim que a gente a chamava carinhosamente) também.
Lembrei de uma coisa: ainda não vi "A Vingança dos Sith", ganhei o "Final Cut" do Pink Floyd tem shou dos Stones no ano que vem e vou dançar na quadrilha da paróquia. Esse ano juro que uso um vestido rosa xadrez. E mostro a foto com ele para vocês.
Por hoje chega, que já falei demais.
Notícias sobre mim querem vocês saber. Bem, vamos a elas!
Finalmente, depois de uns sete anos, entrei para a Crisma. Estou gostando, me faz um bem danado. Sou a segunda mais velha da minha turma; perco só para a Taís, que tem 25 anos. Semana que vem, temos reunião sábado à tarde, o "Crisma em Sua casa". Será na casa de uma das coordenadoras, a Dani. Também participarei da gincana da Crisma. Será em agosto, só que ainda não começamos algumas das tarefas. Pelo jeito, a equipe levará bronca amanhã, na reunião, por causa do atraso das tarefas. Em tempo: se alguém tiver algum vídeo com clips do Village People, fale comigo urgentemente! Em uma das tarefas, os meninos terão que dançar YMCA ou Macho Man. Não sei por que, mas algo me diz que serei eu a "coreógrafa" da equipe...
Voltei para o curso de Inglês. Estou no nível 3, fui bem na prova escrita e mais ou menos na prova oral. Minha turma é meio chatinha, mas vamos levando. Não deu para ir à aula hoje, talvez eu ligue para algum dos meus colegas para saber um pouco mais da aula de hoje.
Farei vestibular mais uma vez. Pois é, não passei para Comunicação Social, apesar de ter feito uma boa pontuação. Este ano farei prova para História, decidi que quero trabalhar na áera acadêmica e dar aulas. Imaginem só, Flávia Vianna professora! Quem sabe eu seja uma professora completamente maluquinha? E pela primeira vez, farei as provas da UERJ e da UFF. Espero que me saia bem nelas.
Ainda estou solteira. E completamente apaixonada pelo bonitão da Eng. Civil.
A gente só tem nocão que a vida passa e o tempo segue em frente, quando acontece alguma coisa. Hoje pela manhã, recebi uma notícia nada boa. Soube que a moça que, durante uns 8 anos, deu uma força para minha mãe lá na Vila da Penha, morreu ontem. Passei parte da manhã muito triste, poxa ela me viu crescer e eu gostava dela pra caramba. Não nos víamos há tempos, mas mamãe sempre dava um jeito de ligar para ela. No aniverário dela, no início do mês, ela já não estava muito bem. Rezei para ela melhorar, mas aconteceu o contrário. Sei lá, não quero mais falar sobre isso, me deixa triste demais. Só espero que, lá do outro lado< ela esteja bem e feliz. Pessoas legais merecem o cém e, com toda certeza, a Bené (era assim que a gente a chamava carinhosamente) também.
Lembrei de uma coisa: ainda não vi "A Vingança dos Sith", ganhei o "Final Cut" do Pink Floyd tem shou dos Stones no ano que vem e vou dançar na quadrilha da paróquia. Esse ano juro que uso um vestido rosa xadrez. E mostro a foto com ele para vocês.
Por hoje chega, que já falei demais.
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