terça-feira, agosto 09, 2005

Amor e poesia

Há uns meses atrás, eu escrevi essa poesia. Confesso que criei muita coragem para tornar público um sentimento que ainda está dentro de mim.

De uma certa forma, sinto que fazemos a mesma coisa.
Não usamos as mesmas roupas, mas sinto que eu sou você e você é eu.
Sentamos no mesmo lugar, mas em dimensões diferentes.
Talvez estejamos aspirando o mesmo ar sujo,
Ou desejando estar em algum lugar limpo e tranqüilo.
Eu vejo teu mundo através dos teus olhos
E você enxerga minha vida através dos meus.
Observamos as mesmas estrelas agora?
Ou olhamos para o mesmo futuro através de passados diferentes?
De uma certa forma, sinto que fazemos os mesmos movimentos.
Ou talvez seja uma alucinação dentro de nossas cabeças.


Pois é. Às vezes somos capazes de fazer coisas das quais sempre duvidamos. Escrevi esta poesia pensando em uma certa pessoa. Por causa dela, fui à UFRJ há uns meses atrás. Consegui vê-lo de longe e andar por onde ele anda todos os dias me deixou muito feliz.

Depois de ler o final do sexto livro do Harry Potter, entendi uma coisa: esperar não custa nada e nem dói tanto assim. Mas algo me diz que um dia ficaremos juntos.

Vá entender cabeça de mocinhas platônicamente apaixonadas...

quarta-feira, junho 29, 2005

Sugestões de leitura

No intervalo dos estudos para mais um vestibular, sempre leio algum livro. Mania de leitura tenho desde criança, a coisa ficou séria depois dos 14 anos. Foi quando li Fernando Pessoa pela primeira vez. Reli no ano passado, achei maravilhoso, mais do que aos 14 anos. Era como se observasse um mesmo prisma, mas sob uma luz diferente. (Quero lembrar onde ouvi algo parecido, mas não lembro agora). Deixemos o Pessoa de lado, estou aqui para falar, ops, escrever sobre os dois últimos livros os quais li e um terceiro, o qual ainda leio.

Antes, uma nota triste: não deu para ler o "Vastas Emoções e Pensamentos Imperfeitos", do Rubem Fonseca. Acumulei leituras demais e este, infelizmente, risquei da lista.

O primeiro livro é "Lincha Tarado", do Dalton Trevisan. Conhecia-o através de um conto, chamado Quatro Bandidos. No início, achei o livro meio chato, repetitivo. Depois, percebi a grande sacada do autor; os contos interligam-se, mas de uma forma bem sutil. Saquei isso só no final do livro. Uma pena. Nos contos, o autor escancara, sem nenhuma vergonha, os pormenores da vida. Talvez este jeito de escancarar a vida foi a coisa da qual mais gostei no livro. Da próxima vez, relerei com mais atenção.

O outro livro é "O Livro da Selva", do Rudyard Kilping. Para quem não se lembra, é nele que está a história do Mogli. Sim, aquele mesmo do desenho da Disney. Antes de ler, pensava que o livro inteiro seria sobre ele. Na verdade, são só três contos sobre o Mogli. Os outros contam a história de uma simpática foquinha (A Foca Branca), de um mangusto que duela contra as cobras de um jardim (Rikki-tikki-tavi), da convivência de um menino com os elefantes (Toomai dos Elefantes) e dos animais que trabalham para o Exército Inglês na Índia (Servidores de Sua Majestade). Entre cada história estão canções relacionadas com cada uma delas. Algo bem diferente do que acontece nos livros de J.R.R.Tolkien (quem leu "O Hobbit sabe exatamente do que falo), onde as canções vêm no meio da história. Um trechinho delas inicia cada conto de "O Livro da Selva", como uma espécie de introdução.

Parecem ser histórias para crianças. E são para crianças. Contudo, o livro é capaz de fazer os adultos retornarem aos 10 anos de idade, quando tinham todo o tempo livre do mundo. Ao ler o livro, eu me senti assim. Sem contar o retorno da vontade de visitar a Índia. Para quem não sabe, grande parte das histórias se passa lá. Você até esquece dos esteriótipos dos indianos no livro (ele é da época do domínio britânico na Índia) quando mergulha na fantasia.

O terceiro livro é "As Cidades Invisíveis", do Ítalo Calvino. Falo mais sobre ele depois, quero curtir o gostinho de encantamento e do espanto que Kublai Khan sente quando ouve os relatos de seu embaixador Marco Polo...

sexta-feira, junho 17, 2005

Será o siso ou a idade?

Incrível. A gente só percebe que mudou quando tomamos algumas atitudes. Domingo passado, a equipe da gincana resolveu reunir-se. Chamadas de atenção aqui, outras broncas ali, até que eu resolvi falar. Falei sobre as pessoas não cumprirem as responsabilidades as quais assumem. Imagina só, logo eu, um dos seres mais irresponsáveis do planta, falando em responsabilidades? É, os tempos mudaram e eu também. Tomei noção das minhas obrigações, tento manter uma certa regularudade nos estudos e nas tarefas de casa. Meio difícil, mas vou levando. Contudo, é assim qu as grandes mudanças acontecem, a partir das pequenas. Quem sabe até o final do ano me tornarei uma pessoa mais séria?

sábado, maio 28, 2005

Eu voltei...voltei para ficar,..

Siim!!! Eu voltei e espero que seja para ficar!Depois de quatro memes e alguns dias, meu pai conseguiu tirar o meu monitor do coma. Ele está meio capenga, mas va lá, é melhor ter um monitor ruim do que não ter nenhum.

Notícias sobre mim querem vocês saber. Bem, vamos a elas!

Finalmente, depois de uns sete anos, entrei para a Crisma. Estou gostando, me faz um bem danado. Sou a segunda mais velha da minha turma; perco só para a Taís, que tem 25 anos. Semana que vem, temos reunião sábado à tarde, o "Crisma em Sua casa". Será na casa de uma das coordenadoras, a Dani. Também participarei da gincana da Crisma. Será em agosto, só que ainda não começamos algumas das tarefas. Pelo jeito, a equipe levará bronca amanhã, na reunião, por causa do atraso das tarefas. Em tempo: se alguém tiver algum vídeo com clips do Village People, fale comigo urgentemente! Em uma das tarefas, os meninos terão que dançar YMCA ou Macho Man. Não sei por que, mas algo me diz que serei eu a "coreógrafa" da equipe...

Voltei para o curso de Inglês. Estou no nível 3, fui bem na prova escrita e mais ou menos na prova oral. Minha turma é meio chatinha, mas vamos levando. Não deu para ir à aula hoje, talvez eu ligue para algum dos meus colegas para saber um pouco mais da aula de hoje.

Farei vestibular mais uma vez. Pois é, não passei para Comunicação Social, apesar de ter feito uma boa pontuação. Este ano farei prova para História, decidi que quero trabalhar na áera acadêmica e dar aulas. Imaginem só, Flávia Vianna professora! Quem sabe eu seja uma professora completamente maluquinha? E pela primeira vez, farei as provas da UERJ e da UFF. Espero que me saia bem nelas.

Ainda estou solteira. E completamente apaixonada pelo bonitão da Eng. Civil.

A gente só tem nocão que a vida passa e o tempo segue em frente, quando acontece alguma coisa. Hoje pela manhã, recebi uma notícia nada boa. Soube que a moça que, durante uns 8 anos, deu uma força para minha mãe lá na Vila da Penha, morreu ontem. Passei parte da manhã muito triste, poxa ela me viu crescer e eu gostava dela pra caramba. Não nos víamos há tempos, mas mamãe sempre dava um jeito de ligar para ela. No aniverário dela, no início do mês, ela já não estava muito bem. Rezei para ela melhorar, mas aconteceu o contrário. Sei lá, não quero mais falar sobre isso, me deixa triste demais. Só espero que, lá do outro lado< ela esteja bem e feliz. Pessoas legais merecem o cém e, com toda certeza, a Bené (era assim que a gente a chamava carinhosamente) também.

Lembrei de uma coisa: ainda não vi "A Vingança dos Sith", ganhei o "Final Cut" do Pink Floyd tem shou dos Stones no ano que vem e vou dançar na quadrilha da paróquia. Esse ano juro que uso um vestido rosa xadrez. E mostro a foto com ele para vocês.

Por hoje chega, que já falei demais.

sábado, janeiro 15, 2005

Coisas de início de ano

Mensagem de início de ano meio atrasadinha, porém muito interessante. Retirei da contracapa de uma revista, era um "anúncio-mensagem" de uma loja de móveis. Logo de cara, gostei do texto. Espero que gostem também.

Passou o Natal, passou o Réveillon, e aquela sensação de que deixamos alguma coisa passar não passa. Não se preocupe: todo mundo passa por isso. Afinal, não é uma noite nem uma tonelada de fogos que vão fazer a sua vida mudar. Amaioria das coisas permanece na mesma. A conta de luz de janeiro já deve ter chegado. a fatura do condomínio está na portaria. O vizinho mal-educado vai continuar passando por você sen dar sequer um "bom-dia". Os bem-educados vão, no máximo, perguntar como você tem passado.

A vida não escolhe hora para mudar. Você pode escolher. pode ser em 31 de dezembro, 27 de maio, 14 de junho, 19 de outubro. Não importa. O importante é você querer. Que tal começar mudando a sua percepção? Encarar a conta de luz como o preço justo pelo seu conforto? O vizinho mal-educado apenas como uma pessoa tímida? O de poucas palavras como alguém preocupado com a conta de luz?

Mude o seu ambiente também. Livre-se do que não gosta. Viva cercado daquilo que lhe faz bem. Troque um sofá de lugar, troque o próprio sofá, pinte uma parede, compre um vaso de plantas. É tão simples, que, às vezes, a gente fica com preguça de fazer. Tudo bem. Você tem um ano inteirinho pela frente.


Sobre Natal e Ano Novo: foram legais. Percebi o quanto sinto falta de jogar video game e o quanto foi bom rever, conhecer, conversar (nem que fosse só um pouquinho) e ter por perto um monte de gente que gosto. E que eu continuo cochilando no metrô e no ônibus quando volto quase de manhã para casa.

Bem, pelo menos estou satisfeita por cumprir minhas duas primeiras promessas de ano novo. E com um ligeiro pânico, esperando pacientemente pelo resultado do vestibular.

Ah! Pulei 7 ondas no dia 1 de janeiro, coisa que não fazia desde...1990!!

sexta-feira, dezembro 03, 2004

Ah, look at all the lonely people...

Tem horas que eu me sinto igualzinho as pessoas desta música aqui, ó:

Eleanor Rigby
(Lennon/McCartney)

Ah, look at all the lonely people
Ah, look at all the lonely people

Eleanor Rigby picks up the rice in the church where a wedding has been
Lives in a dream
Waits at the window, wearing the face that she keeps in a jar by the door
Who is it for?

All the lonely people
Where do they all come from ?
All the lonely people
Where do they all belong ?

Father McKenzie writing the words of a sermon that no one will hear
No one comes near.
Look at him working. Darning his socks in the night when there's nobody there
What does he care?

All the lonely people
Where do they all come from?
All the lonely people
Where do they all belong?

Eleanor Rigby died in the church and was buried along with her name
Nobody came
Father McKenzie wiping the dirt from his hands as he walks from the grave
No one was saved

All the lonely people
Where do they all come from?
All the lonely people
Where do they all belong?


Ok, Eleanor Rigby fala sobre solidão. Não sei porque, tenho a leve impressão que a moça e o padre deviam ser as pessoas mais tristes do mundo. Ninguem foi ao enterro dela, ninguem ouve os sermões dele. E ela precisa mostrar as pessoas que não é triste, que ela é normal e feliz, igualzinho a todo mundo.
E, na maior parte das vezes, eu ajo da mesma forma que a Eleanor Rigby. Só os que me conhecem muito bem sabem quando a minha felicidade é falsa. Até hoje pouquíssimas pessoas prestaram atenção a este fato.


Falando de coisas mais alegres: a raposinha deste desenho abaixo não é uma fofura?



Para quem não sabe, é a Marian do desenho do Robin Hood, feito pela Disney. Num desses fins de semana da vida, vi o desenho e me apaixonei por ele. Gostei tanto da personagem, que irei usá-la como avatar num fórum que entrei.
Só que, ao invés da mocinha acima, eu não achei o "Robin Hood" da minha vida. Ou melhor, já achei sim. O problema: o menino (que é uma graça) namora uma garota mais nojenta que o Principe John e a Guinevere juntos. E a moça aqui, corre o risco de só vê-lo duas vezes na semana de longe. E junto com a patricinha escrota do 2º período.

Aff...eu e os meus amores platônicos...



Pela primeira vez, escolhi o que quero ganhar no meu aniversário, faltando 3 semanas para a data.
O presente será o Abbey Road, dos Beatles. Nele, tem duas músicas que me lembram coisas muito boas: Something e Here Comes The Sun. A segunda, me lembra o dia da festa da formatura do Cefet. Eu vi o sol nascer no Joá e, na hora que os primeiros raios de sol iluminavam o dia, era essa música que estava na minha cabeça.
A primeira...droga!!! Por que George Harrison escreveu uma música de amor tão linda? Por que eu choro todas as vezes que a ouço? Por que eu me apaixono pelos caras "impossíveis" e quando eles se interessam por mim, eu desisto deles? Por que será que eu trato o amor como as coisas que mais quero na vida, se não forem do jeito que eu quero, eu nem ligo?


Acho que nasci no time do Willian Miller; sempre veremos Penny Lane nos dar adeuszinho nos braços do Russel Hammond...


Observação importante: Eleanor Rigby está no Revolver, dos Beatles. Que é um disco muito foda!




Ps: Este post não seria possívem sem a ajuda da srta. Luciana Vianna, minha irmã, que teve a enorme paciência de me explicar um pouquinho de html.

quarta-feira, novembro 24, 2004

As dez coisas...

Dez coisas que eu adoraria ter:

1. Um emprego legal
2. Um aparelho de DVD
3. A coleção completa dos discos dos Beatles
4. Mais paciência e interesse para fazer as coisas
5. Um computador novo
6. Cinco All Star's no meu armário
7. Todas as pessoas que gosto por perto
8. Toda a família da minha mãe reunida no Natal (principalmemente o pessoal que mora no Maranhão)
9. O problema do cheque especial resolvido
10. Perfumes CK One e CK Be. Pode ser até aquela versão da Contém 1g, que eu aceito.

sábado, novembro 20, 2004

É dose...

Recebi este texto via e-mail há algumas semanas atrás. Pode ser mentira, mas torço para isso não ser verdade. Porque se for, terá gente cuspindo marimbondos em cima dos provedores e das operadoras de telefone.

Ok, vamos ao texto.

A grande farsa do ADSL A grande farsa do "SPEEDY"

Bem, para nós que utilizamos a internet vale a pena se ligar nisso:

Você sabia que o Speedy é uma farsa?

Você sabia que pode comprar um modem igual ao SPEEDY/ VELOX, por um preço mais barato e ainda não precisaria pagar mensalidade???

Que fora do Brasil não existe mais linha discada e que a AOL trouxe dos EUA seus equipamentos obsoletos?

Um acordo falso entre as grandes provedoras de Internet e as Cia's de telecomunicações, como Telefônica em SP, Telecom no Sul, Telemar no RJ,entre outras, frauda totalmente os Direitos do Consumidor, principalmente no que se trata de ACESSO DE ALTA VELOCIDADE, como ADSL Speedy), Multilink, LP's, entre outros.

Estão provadas que através de uma linha telefônica comum podem ser feitas conexões de até 512 kpbs, onde hoje as provedoras permitem no máximo uma conexão de 56.6 kbps, quando chegam neste ponto!!!

Fora do Brasil não existe mais conexão discada. A América On-line, por exemplo, trouxe todos os seus equipamentos antigos, que já se encontravam obsoletos no mercado americano, para cá, e mais uma vez o brasileiro usa o lixo do primeiro mundo, achando que é tecnologia de ponta.

A diferença é apenas que os modens que fazem esse tipo de conexão são diferentes, externos como os das conexões ADSL, mas utilizam a linha telefônica comum e se conectam a 512 kpbs (para transmissão e recepção de dados, melhor que os atuais ADSL do mercado, que transmitem com a metade da velocidade que recepcionam).

Um modem desses, já fabricados para efeitos de testes por empresas como a 3Com, Lucent, Motorola e Genius, custariam no mercado algo em torno e 150 reais.

Ou seja, você precisaria apenas de adquirir o modem, gastando uma só vez uma quantia razoável, e ter uma assinatura de acesso discado com qualquer provedora de renome que deveria oferecer esses serviços.

Mas ao invés disso, o consumidor brasileiro é enganado e paga só de instalação mais de 200 reais, não tem posse dos equipamentos, que são alugados e você paga por mês, além da mensalidade ser altíssima. E na maioria das vezes cobradas pelas empresas de telecomunicações e provedoras simultaneamente, o que também é outra operação nitidamente ilegal perante o código do consumidor.

O sistema já é ilegal por si só, sendo que eles oferecem tecnologia obsoleta como se fosse de ponta. E dentro do próprio sistema, eles ainda colocam mais ilegalidades, como estas, de obrigar a comprar um serviço para poder utilizar outro.

As provedoras de internet e empresas de telecomunicações não colocam esses serviços que são simples e eficientes à disposição dos clientes só porque seus lucros seriam bem menores, uma vez que o equipamento poderia ser comprado até no viaduto Santa Efigênia em São Paulo, como hoje em dia você compra um modem qualquer ou uma placa de rede, além do fato que a mensalidade seria acessível
como uma conexão discada comum que existe hoje em dia, por causa da concorrência.

Talvez até mesmo provedoras gratuitas poderiam fornecer tal acesso, de tão simples, eficiente e funcional que é o sistema. A ignorância do povo faz mais uma vez o regime capitalista vingar, onde os poderosos ficam cada vez mais ricos e você fica cada vez mais lesado.

Mas essa situação pode facilmente ser revertida, basta você enviar esta mensagem para o maior número de pessoas de sua lista, e também, para os órgãos competentes, pois somente assim as provedoras e empresas de telecomunicações vão perceber que não conseguirão mais enganar os internautas com toda essa fraude e ladainha de conexão RÁPIDA".

Espalhe essa mensagem em nome dos seus Direitos e pela dignidade dos
Internautas.

Atenciosamente,

Reynaldo Andersen K. Pellegrini
Engenheiro ITA - Novas tecnologias Revista Consultor Jurídico


Ganância de empresa prestadora de serviços é dose...

Outro caso interessante e capaz de deixar qualquer um pê da vida; meus pais compraram um fogão novo. Entrega no dia certinho, o produto chegou aqui sem maiores problemas. Como no prédio onde moro, o fornecimento de gás é pela CEG, tinhamos que pedir para a assistência técnica da Continental (sim, esta é a marca do fogão) fazer a conversão e a instalação. Segundo o pessoal da loja, a conversão seria feita de graça e a instalação custaria em torno de 10 ou 15 reais.

Ligamos para a assistência técnica, que veio na terça passada. O técnico fez a conversão de graça. Ao ser perguntado do valor da instalação, respondeu: entre 20 e, pasmen, 90 reais (preços da parcela de um fogão novo), dependendo da peça que estivesse faltando. Como teríamos que trocar uma peça, pagaríamos o valor mais caro. Minha mãe recusou o serviço e perguntou a alguns vizinhos se eles pagaram pela instalação. Resposta: todos não pagaram nada! Detalhe: o serviço foi feito pela mesma empresa. Meus pais ainda tentarem negociar um valor mais baixo, mas não conseguiram. Aí, minha mãe se revoltou. Ligou novamente para a assistência técnica e tentou falar com o gerente sobre o preço do serviço. Só que a atendente a informou que o gerente diria a mesma coisa. Minha mãe se revoltou coma situação. Depois de discutir com a atendente, ligou para o gerente da loja onde compramos o fogão e contou o caso. O gerente se prontificou em ajudá-la e, alguns minutos depois, a gerente (da assistência técnica) ligou. Mais uns 15 minutos de conversa e o impasse continuou. Cansada do estresse, mamãe desistiu de conversar com os técnicos. Mais tarde, o gerente ligou e nos informou que a CEG poderia fazer o serivço de graça e o preço da peça a ser trocada custava entre 2 e 5 reais!!

O resultado dessa confusão toda? Papai comprou a peça que faltava e instalou o fogão ainda há pouco. Tá funcionando direitinho e amanhã faremos o primeiro almoço nele, uma boa lasanha.


































terça-feira, novembro 09, 2004

Hora de rir um pouquinho...

Ai ai, dois posts em dois dias. Consegui operar um milagre! Mas não falarei sobre isso, vamos rir um pouco.

Rir, porque tem hora que a vida é cruel demais com a gente. Rir, porque chorar e se embrutecer fazem mal à saúde. É como diz a minha mãe: "Vou me estressar para quê? Eu morro e os problemas ficam."

Ela está certa. Acho que se todas as pessoas se preocupassem menos com os problemas, teríamos menos infartos no mundo.

Para relaxar, recomendo o site do Millôr no Uol. Gente, o Millôr Fernandes me rendeu umas boas risadas durante meia hora. Principalmente com as frases. Na parte dos links, o mais recente é um testezinho que os candidatos a piloto da Força Aérea Americana fazem. O candidato deve permanecer durante, no mínimo, dois minutos fazendo o teste. Para pessoas normais, o tempo de permanência é de 18 segundos. A permanência por mais de 18 segundos é considareada um fenômeno.

O tempo de permanência máximo que eu consegui foi de 29,83 segundos.

Na mesma parte de humor do Uol, também recomendo os sites do Laerte e do Angeli.

segunda-feira, novembro 08, 2004

Falta e Excesso

Este blog precisa de um post novo. O problema: não sei o que escrever. Pode ser falta de assunto ou excesso dele. Falta, porque não pensei em nada interessante. E excesso porque... Excesso? É, excesso.

Pensei em escrever sobre um monte de coisas. Pensei em escrever sobre todos os caras pelos quais me apaixonei ou sobre o pavor que tenho de baratas. Pavor que me fez desistir de ver um excelente filme, pular o sofá e me esconder na cozinha.

Ou ainda, sobre a mania de julgar as pessoas pela aparência, com direito a um poema do Gregório de Matos, no qual ele critica esse hábito. Ou sobre as eleições americanas, quando descobri que norte-americanos não sabem votar. Ou reclamar que o mundo aturará "for more years" do caubói-texano-nascido-na-Nova Inglaterra. Ou fazer um post xingando o cara que me atropelou com uma bicicleta. Ou contar detalhes banais da minha vida banal. Ou dissertar sobre a minha mediocridade. Ou resmungar que eu levo uma vida "bolseiro" demais, gostaria que um mago batesse com um cajado na minha porta, despertasse o "lado tûk" que tenho e me carregasse para o leste.

Ou eu poderia falar sobre a mesmice que domina o mundo da música. Alguém por favor me diga o nome de uma banda legal surgida nos últimos 10 anos. O Linkin Park não vale,a banda é fraca demais.

Ou poderia escrever sobre Harry Potter. Ou comentar a saída do Ministro da Justiça. Ou listar as minhas dez músicas favoritas do U2. Ou queixar-me do vestibular, monstro que encararei no domingo que vem. Ou chiar que "ninguém lê a droga deste blog, devo escrever mal pra caramba." Ou xingar a Anatel por aumentar as tarifas telefônicas. Ou discorrer sobre a preguiça que me corrói por dentro. Ou...

Opa! Ao ler este monte de "ou isto ou aquilo", acho que tenho um texto interessante. Quando lerem isso aqui, por favor, comentem. Eu preciso saber o que vocês pensam disto aqui. Será que tudo na vida que as pessoas fazem (inclusive eu, oras!) necessita dos elogios e crítica desfavoráveis dos outros?

E não se esqueçam de citar uma banda legal surgida nos últimos 10 anos, porque, até agora, eu não me lembro de nhenhuma...





Ps: Opa! Lembrei! Los Hermanos. Cabeça de gente velha é algo cômico.